1 de maio de 2025

Qual o valor de uma amizade?

Não, eu não irei responder a essa pergunta até por que acho que essa pergunta não tem resposta, porém...

Essa semana minha psicóloga me perguntou:

- Qual o benefício que essa amizade traz para a sua vida? Agrega o quê?

Depois dessa pergunta eu fiquei igual o meme da Nazaré Tedesco calculando, 😵 parei por um tempo e ela continuou falando, elencando o papel de um amigo e dentre os vários benefícios eu só consegui associar um a essa pessoa em questão, a escuta.

Eu fiquei passada, chocada e mega pensativa. Comecei a lembrar de situações em que eu servi de benefício para essa pessoa, alguns momentos onde eu já havia me tocado no exato momento da situação, mas que sempre pensava "ah, mas somos amigxs, posso fazer isso" e depois acabava me sentido meio que usada, relevei todo tempo e deixava pra lá, mas essa semana eu comecei a lembrar de várias e várias situações e me pareceu que essa amizade só existe por eu de alguma forma trazer algum tipo benefícios e confesso que isso me deixou frustrada e triste. 😩

Sigo aqui pensativa em relação a essa pessoa e agora em relação também ao que eu, como amiga, agrego ou trago de benefício na vida de outros amigos. 👀


18 de abril de 2025

Uma quarentona chamada Patrícia

 Não, meu nome não é Patrícia, a quarentona a que me refiro não sou eu apesar de eu também ser quarentona.

Quando comecei a trabalhar em uma indústria em setembro de 2012, conheci a Patrícia, ela era da área comercial da empresa e ficava pouco tempo na fábrica em si, ficava a maior quantidade de tempo visitando os clientes para poder realizar suas vendas enquanto eu ficava em tempo integral na indústria então tínhamos pouco contato.

Ela tinha uma risada muito extravagante e isso me irritava um pouco (sempre chata com barulhos rs), mas havia algo que eu admirava nela, a elegância e beleza que aquela mulher tinha.

Fazíamos aniversário no mesmo mês e por isso a comemoração na empresa era junto, faziam aniversariante do mês e sempre estávamos lá, juntas atrás da mesma mesa decorada, cheia de guloseimas e recebendo o mesmo parabéns.

Em uma dessas comemorações, ao perguntarem nossas idades, ela falou que estava fazendo 40 anos e eu fiquei em choque, pois nem de longe era parecia ter essa idade, Patrícia parecia ter trinta e pouquinhos, mas 40 era demais. Naquela época eu tinha meus trinta e bem pouquinho e olhei pra ela e pensei que queria chegar aos 40 daquela forma, sem aparentar a idade.

De fato sempre aparentei ter uma idade menor da que de fato tenho e a Patrícia continua sendo meu pensamento até hoje. Lógico que não tenho a beleza e nem o corpo escultural que a Patrícia tinha ao completar 40 anos, mas acho que consegui, assim como ela, chegar aos 40 sem aparentar a idade do RG e isso me deixa feliz e mais feliz ainda por saber que não precisei fazer nenhuma loucura pra isso ocorrer, fiz apenas o básico e o resto contei com a genética. 

Eu amo a idade que eu tenho e amo ter chegado nela com minhas rugas, minha vista ruim e meus cabelos brancos, mesmo sem aparentar. Risos.

(Já cheguei aos 40 em 2022) 💁

5 de abril de 2025

Quanto tempo…

 Esses dias lembrei do meu Blog que tanto alimentei de publicações, na maioria bobagens, mas que na época me faziam muito feliz. 

Quero voltar a escrever por aqui e muito provavelmente serão bobagens, mas agora bobagens da vida adulta hahahaha

Voltei, querido blog ♥️

26 de outubro de 2023

Nem parece, mas já tem 10 anos daquele dia

 Ao longo desses 10 anos os sentimentos passaram por diversas etapas… foi muito difícil perder praticamente da noite pro dia alguém que estava presente todo tempo nos últimos 5 anos, mas os dias foram passando e eu fui vivendo sem você da forma que dava. Em momento algum me entreguei a dor, mas ela estava ali todo tempo para me lembrar que eu já não poderia ter mais nenhum contato com você. Isso era o que eu achava até você vir me visitar em sonho pela primeira vez, as visitas foram poucas e eu sofria tanto por isso, mas acho que compreendo o motivo, eu precisa lhe ver, mas tbm precisava deixar vc ir e lembro muito nitidamente do dia que vc veio se despedir de mim, foi muito intenso e real, acordei chorando pq sabia que aquela tinha sido nossa despedida oficial, fiquei triste pois sabia que não iria mais, de alguma forma, lhe encontrar, mas ao mesmo tempo grata por ter sido da forma que foi. 

Precisei ressignificar para não estagnar e hoje sinto saudades todo tempo e muitas vezes fico imaginando como seria se vc estivesse aqui nos melhores, nos piores e nos momentos mais simples da minha vida, mas a gratidão que eu sinto por ter lhe encontrado nessa vida vai muito além de qualquer sentimento que possa me deixar triste. 

Foram apenas 5 anos de convivência e eu poderia ficar o dia inteiro tentando explicar toda a nossa sintonia e ligação, mas seria completamente inútil, eu não conseguiria expressar em palavras tudo isso que a sua presença fez florescer dentro de mim. Nosso encontro vai muito alem de uma vida só, eu sei disso, você sabe disso e as pessoas que puderam presenciar nossa amizade tbm sabem disso.

Eu não acreditava em encontro de almas até eu lhe conhecer e termos sido da forma com que fomos, não tem outra explicação pra conexão que tivemos. 

Lá no sonho de despedida te abracei em resposta ao que vc me falou e hoje te respondo com palavras que eu tbm te amo, MUITO! 

Isso tudo ainda não acabou, sempre seremos nós dois. 

Sempre e para sempre! 


“Eu já disse que te amo hoje?! 

Eu te amei ontem, te amo hoje e provavelmente te amarei muito mais amanhã” 

Dengo ♥️





31 de dezembro de 2022

A palavra de 2022 foi: mudança

 No último dia de trabalho de 2022, foi feita uma dinâmica onde cada um deveria dizer a palavra pra descrever o ano de 2022. A minha foi sem sombra de dúvida a palavra “mudança”. 

O começo da pandemia trouxe consigo uma circustância no âmbito profissional que me fez decidir que eu precisaria mudar, traçar novos rumos, arriscar e me jogar de cabeça em novas experiências. 

As contas para pagar fizeram com que minha busca pela mudança fosse silenciosa, mas incansável! 

Até que no começo do ano a oportunidade de mudança começou a ser traçada e se concretizou em abril, hoje estou onde eu precisava e almejava estar. 

Quando julgar necessário mudar, não tenha medo, mude, mas faça com responsabilidade pois todos os nossos atos trazem consequências e precisamos saber lidar com elas. 

Esse ano fui muito corajosa e agora estou muito feliz. Ouse e seja feliz também. 


Feliz 2023

1 de maio de 2019

A morte faz parte da vida...

... e isso parece que não entra na cabeça das pessoas.
Obviamente que não queremos nos separar das pessoas que gostamos, mas a vida é um ciclo e que, dependendo da sua crença, segue uma vertente ou outra no que diz respeito à morte.
Desde meus 9 anos eu venho me deparando com a morte de pessoas amadas, mas somente aos 19 anos que comecei a ver esse momento de uma forma mais racional e, para alguns, um pouco fria.
Realmente é muito ruim perder alguém, aceitar que aquela pessoa nunca mais estará ali, dói pra caramba, mas determinadas pessoas precisam parar de ser egoístas e aceitarem que quando as pessoas estão doentes e que não existe mais a possibilidade de cura, que a mesma se vá e que finalmente pare de sofrer. Vejo gente querendo que a pessoa permaneça viva mesmo estando muito mal... ora ora, faça-me o favor!!!!
Como estava falando, aos 19 comecei a ver a morte com outros olhos quando perdi a minha avó materna. Vovó Marina cuidou de mim nos meus primeiros meses de vida quando mamãe precisava ir pra aula na faculdade, talvez isso tenha criado um laço muito forte... Amei-a de uma forma muito especial, com cheirinho de banho tomado no final da tarde e com pescoço cheio de talco, vovó foi e sempre será muito especial, mas quando eu tinha 19 anos ela adoeceu muito gravemente (que eu só vim saber ano passado que se tratou de câncer) e eu já sabia que ela não conseguiria se curar, então preferi que ela se fosse, que todo aquele sofrimento acabasse.
Vovó faleceu uma semana antes de completar 73 anos, eu estava fazendo a minha tão sonhada viagem para o Sul do país, quando voltei soube que dia 8 ela havia nos deixado e isso já era dia 12. Fiquei com raiva no início por não terem me contado, mas depois entendi... Não ia adiantar nada estragar minha viagem por algo que eu não poderia modificar.
Missa de sétimo dia da vovó foi celebrada no dia de seu aniversário de nascimento, isso doeu e ainda dói, lembrar desse momento ainda dói mesmo tendo aceitado com muita facilidade sua partida.
A partida dela me fez ficar mais forte e com esse amadurecimento eu comecei a aceitar muito melhor qualquer falecimento.
Há 5 anos e meio perdi um grande amigo, aliás, perdi meu grande amigo, ele ao contrário da minha avó, era jovem, tinha uma vida inteira pela frente, mas infelizmente também adoeceu e diante do quadro dele que só piorava eu já esperava pelo pior, fui me preparando, consolando dia pós dia pra aceitar quando ele se fosse, mas eu rezava todos os dias para que ele se curasse. Infelizmente isso não aconteceu e nós o perdemos. Foi uma perda irreparável, éramos muito ligados e acredito que voltaremos a nos encontrar.
De todas as pessoas amadas que já perdi levo comigo doces e engraçadas lembranças e ao invés de lamentar a perda deles, eu agradeço a Deus por tê-los colocado na minha vida.
Que sejamos mais coerente, maduros e gratos nos momentos ruins, afinal de conta TUDO tem o seu lado bom.

Love

7 de agosto de 2018

Teria sido tão mais fácil ter nascido homem...

... mas a vida não teria o mesmo sabor!

Ter nascido homem me traria salários maiores...
Ter nascido homem me traria uma justificativa pronta para as infidelidades conjugais (ah, é homem e homens traem mesmo, é instinto)...
Ter nascido homem me traria o direito de cantar qualquer mulher na rua e caso a cantada não fosse bem aceita me traria também o direito de xingar a mulher dizendo atrocidades sobre o motivo de não ter aceitado a cantada de um homem tão viril... (ora ora onde já se viu?! estou apenas fazendo um elogio)
Ter nascido homem me traria o título de dirigir muito bem, melhor do que qualquer mulher... (claro né?! nenhuma mulher dirige bem)
Ter nascido homem me daria o direito de me relacionar com várias mulheres ao mesmo tempo e ser chamado de garanhão e receber elogios sem fim... coitada da mulher que mantivesse relacionamento comigo e com mais algum (s) homem (s), essa seria chamada de vagabunda...
Ter nascido homem me faria o "responsável pela casa" mesmo que quem sustentasse a casa financeiramente e psicologicamente fosse a minha esposa...
Ter nascido homem me traria brigas/discussões/explosões com reais motivos e não por estar na TPM... (afinal de contas mulheres não tem dias ruins, tem apenas TPM 30 dias por mês)
Ter nascido homem me faria não ter o direito de chorar, já que homem é forte e não pode chorar...
Ter nascido homem me traria segurança em sair sozinho de casa antes do sol nascer e chegar tarde em casa sem ficar em pânico com medo de ser abordada por estupradores...
Ter nascido homem me traria a liberdade de ter cabelos grisalhos sem ser duramente julgado pela sociedade...
Ter nascido homem me daria a liberdade de ter olheiras sem receber receitinhas caseiras para diminui-las ou indicações de produtos de beleza para disfarça-las...
Ter nascido homem me deixaria livre pra ter as sobrancelhas peludas, unhas com tamanhos diferentes, cheias de cutículas e sem necessidade de usar esmaltes...

Se eu queria ter nascido homem? JAMAIS! 

Eu creio nas escolhas de Deus e se ele me fez mulher honrarei sua escolha até o fim mesmo diante de tantas dificuldades e adversidades.




4 de outubro de 2017

O choro não chorado e 5 anos que serão lembrados pra sempre

Mais de dois anos sem escrever por aqui e todas as vezes que sinto vontade de escrever quem me inspira é o Dengo.
As últimas postagens foram ficando cada vez mais espassadas e sem querer descobri um texto que nunca saiu do rascunho... Resolvi lê-lo e analisa-lo.
O texto segue abaixo juntamento com comentários de hoje, 04/10/2017 em itálico.


"Não sei se realmente é isso que vai acontecer, lembrar dos 5 anos de amizade pro resto da vida, mas a sensação que tenho é exatamente essa, que esses poucos anos foram suficientes para eternizar um amor imensurável dentro de mim, que mesmo na ausência do dono deste amor, ele continua aqui e me faz lembrar todos os dias, mesmo que por alguns minutos, do quanto essa amizade acrescentou na minha vida."
Bom, já se passaram quase 4 anos e continuo com a mesma sensação de infinitude desse amor, dessa lembrança de nossa amizade e de tudo que ela representou para nós. O amor continua aqui mesmo na ausência física do dono dele, a parte que me dói é a parte de não lembrar dele e das nossas lembranças com a frequência de antes. Infelizmente a ausência faz com que nos esqueçamos de lembrar das pessoas. A parte boa é que mesmo não pensando nele todos os dias, quando lembro, quando escuto uma música ou vejo algo que me remeta a ele, o sorriso sempre brota no rosto.


"Fazem exatos 365 dias que ele se foi, deixando muita saudade e também uma grande tristeza..."
A saudade continua, mas a tristeza já não faz mais parte... Sinto muita falta sim, em muitas situações, mas sempre me sinto muito grata por ter tido a oportunidade de tê-lo em minha vida


"Tristeza que por ser tão grande, à vezes ainda sufoca, mas que mesmo sendo sufocante ainda não conseguiu sair através de um choro libertador... Aquele choro que nos leva a soluçar, que nos deixa de olhos inchados e face vermelha... desse ainda não tive e sinto que preciso, parece que só assim esse nó na garganta vai sair, mas não consigo, o motivo eu não sei.
Não sufoca mais e nem precisei ter o tal do choro libertador, de soluçar para o nó na garganta sair... Não, eu ainda não consegui chorar a ida do meu Dengo e creio que nunca irei conseguir, o motivo ainda não sei, mas hoje em dia sinto que não preciso ter esse momento para finalmente deixa-lo "ir"... 

19 de maio de 2015

Por que os amigos morrem?

Encontrei um texto na internet, que não faria menor sentido caso o tivesse lido antes de outubro de 2013, porém diante da perda de meu grande amigo Deyvisson, li esse texto e me vi em cada linha... Tudo nele escrito eu já passei ou passo, já senti ou ainda sinto, já pensei ou estou passando. Por isso resolvi compartilhar as lindas palavras de Ruth Manus (Estadão) com vocês!

Por que os amigos morrem?

"Sério. Não faz sentido.
Pra morrer, basta estar vivo. Todos sabemos dessa incômoda verdade. É inevitável, de vez em quando, pensar sobre esse assunto cruel que torna insignificante a imensa maioria das nossas preocupações, metas e conquistas.
Pensamos na dor de perder os avós, no pavor do dia em que perderemos nossos pais (esperando que a vida seja generosa o suficiente para não morrermos antes deles), na angústia de pensarmos se morreremos antes ou depois daquele que amamos. Mas, estranhamente, quase nunca colocamos os amigos nessa roda. Parece que os enxergamos como pessoas alheias a essa estapafúrdia ideia de morte.
Até que um deles morre.
Sério: como pode?! Amigos não devem morrer! Amigos não podem morrer! Amigos não foram feitos pra morrer!
Abre-se em nós uma imensa ferida que até pode parar de doer, mas nunca sara. Barganha, revolta, transtorno. Inconformismo com o mundo. Sensação de injustiça, de desamparo, de descrença na vida. Sensação eterna de vazio.
Tem dias em que a gente simplesmente esquece que eles não estão aqui, outros em que faz questão de fingir que esqueceu. Nos imaginamos, hoje à noite, numa mesa de bar, rindo e falando mal da vida, como sempre foi. Nos imaginamos perto deles, como se nada tivesse acontecido, como uma espécie de afronta a essa piada de mau gosto do destino.
Quem permitiu que os amigos morressem e que esse buraco se instaurasse no nosso peito, para nunca mais sair?
E é tão duro ter que viver das lembranças. Ter que mendigar sonhos com eles antes de dormir. Ter que implorar por sinais nas noites de angústia em que eles indicariam o melhor caminho. É tão pouco ter que imaginar. É tão difícil fechar os olhos e buscar a presença de alguma forma. É tão, tão duro.
A saudade vai tentando massacrar a memória, o tempo vai deixando o passado meio desfocado e a gente precisa lutar para não deixar que as lembranças esmoreçam. Para não permitir que a eterna indignação da perda se torne mais relevante do que as coisas boas vividas.
Às vezes nos flagramos imaginando como eles estariam agora, se não nos tivessem sido roubados pelo tempo. Imaginamos se teriam engordado, se namorariam a mesma pessoa, se estariam felizes no emprego, se continuariam gostando daquela velha música. Imaginamos se ainda usariam aqueles sapatos e se o corte de cabelo seria o mesmo.
Mas acima de tudo: imaginamos o que eles diriam sobre essa vida que estamos levando. Se diriam que a calça que estamos vestindo é cafona, se teriam apoiado nosso pedido de demissão, se achariam que esse relacionamento em que estamos é uma fria, se diriam “vamos sair hoje, que eu quero te falar algumas coisas.”.
Mas eles não estão aqui. Não vai ter barzinho, não vai ter conselho, não vai ter crítica acompanhada de risada, não vai ter xingamento bem vindo. Não vai ter abraço no fim da noite.
Passam os meses, os anos. A gente fica aguardando o dia em que algo mude. Ou que a gente pare de questionar, ou que eles surjam de surpresa numa festa de aniversário, contando que tudo não passou de um grande engano.
A verdade é que o tempo pode até diminuir a dor, mas nunca cura essa falta. E que a gente tem que parar de sofrer, para permitir que eles voem. Mas que talvez a gente nunca se conforme. Que talvez a gente passe a vida inteira tentando entender. E não entenda.
Mas quem tem amigos sabe: amigos nunca vão embora. Nós nunca fomos embora deles, nunca os despejamos do nosso peito, nunca deixamos que eles virassem passado. Por que eles haveriam de fazer isso então? Não fariam. Eles estão por aí, em algum lugar, olhando por nós com aquele ar de reprovação, rindo do que nos fazia rir juntos, cantarolando as músicas de sempre.
Estão aqui, estão na gente, caminhando ao nosso lado, guiando nossos passos como sempre guiaram. Porque amigos não vão embora."

Amei, amo e amarei para sempre 

30 de janeiro de 2015

Meu amor duradouro de carnaval

Era carnaval da Cidade Velha, o terceiro domingo se não me engano, não estava com muita vontade de ir, mas perturbaram tanto que eu fui, graças a Deus, mal eu sabia que naquele dia conheceria uma pessoa incrivelmente fabulosa.
Confesso que já estava meio invocada de tanto ouvir falar que o tal do Jam já estava chegando. Eras, quem era esse garoto que estava sendo tão aguardado? Algum tempo depois eu descobri, era o meu coração!

Assim que chegou fomos ao encontro do famoso e venerado garoto tão esperado vulgarmente chamado de "Jam"... Aí o reconheci, eu já o conhecia "de vista" como dizem popularmente, porém nunca havia tido contato algum, o que a partir dessa data mudou.

Atrás do trio que tocava marchinhas de carnaval pelas estreitas ruas da Cidade Velha, começou nossa aproximação. Nos identificamos rapidamente e o que começou naquele terceiro domingo de pré-carnaval acabou se estendendo para troca de mensagens pelo falecido mensenger, depois facebook e o próximo encontro no último domingo de pré-carnaval.

Nos meses seguintes passamos muito tempo juntos, até que ele anunciou "Recebi uma proposta de trabalho e vou morar em São Luis" e partiu poucos dias depois. Fiquei arrasada e chorei litros trancada no quarto. 

Isso tudo aconteceu quatro anos atrás, os encontros diminuíram obviamente, mas o sentimento que começamos a construir em ritmo de carnaval, sobrevive até hoje, mesmo distante, mesmo nos vendo pouquíssimo, mesmo dependendo das promoções das companhias aéreas para nos ver ou então ele vir a Belém em alguma data especial.

Aquele foi o primeiro e único carnaval da Cidade velha que eu participei... É, acho que Deus mexeu seus pauzinhos para cruzar nossos caminhos e hoje sermos o "coração", eu o dele e ele o meu.


Dia que nos conhecemos... Ele lááááá atrás de camisa azul e rindo não sei pra quem. kkkkk

Na despedida... snif snif

Já em São Luís, passeio da Raposa.

Voltinha na Litorânea


"Eu encontrei quando não quis mais procurar o meu amor...
E até quem me vê, lendo o jornal na fila do pão, sabe que eu te encontrei..."

"E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata e sem nenhuma graça
Você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida..."


E antes que pensem que é meu namorado ou algo similar, digo logo que não é, mas é um grande amor da minha vida!

29 de novembro de 2014

Pensamentos...

Depois de mais de um ano sem escrever absolutamente nada (por vários motivos), hoje bateu aquela vontade de deixar as palavras fluírem nesta pequena postagem, fluírem igual os meus pensamentos tem fluido ultimamente, de uma forma intensa e constante.

Uma doença me fez pensar profundamente no valor da vida, de como somos frágeis e susceptíveis às pequenas coisas da vida, que se não tratadas, podem se tornar grandes! 

Um outro assunto que surgiu essa semana também me fez pensar muito no valor da vida, principalmente na qualidade das amizades.

Pensamentos indo e vindo, resolvi tentar ocupar a mente com atividades, resolvi arrumar o guarda-roupas, retirando tudo que não uso e as que não me servem mais. Mais da metade separei para doar, dar a alguém que precise algo que já não é útil para mim... Tarefa muito complicada, pois a gente acaba se apegando a peças que estiveram presentes em momentos importantes e geralmente felizes. 
Foi com muito dó que algumas foram doadas, mas foi preciso desapegar, afinal de contas as lembranças continuam.

Essa quantidade enorme de roupas fez com que eu pensasse ainda mais na vida e chegar à decisão de que não é só meu guarda-roupa que estava acumulando coisas inúteis, existem outras coisas que precisam ser retiradas da "minha vida" e nesse momento que seria para abstrair, fez eu tomar mais uma difícil decisão, desapegar ainda mais, mas agora de pessoas... Sei que vai ser complicado, mas será necessário! 

E os pensamentos continuam, continuam e continuam...

26 de outubro de 2013

"Não sei porque você se foi. Quantas saudades eu senti..."

Arrancaram um pedaço de mim, de onde exatamente eu não sei dizer, pois às vezes não consigo respirar, logo penso que é nos pulmões, por vezes acho que foi uma parte do estômago que foi arrancada, pois não consigo comer. Suspeito também que tenha sido dos olhos, pois as lágrimas rolam sem parar, muitas vezes penso que tenha sido um pedaço da cabeça, pois não consigo me concentrar em nada. Suspeito ainda que quem tenha sofrido algum dano tenha sido os ouvidos, porque os ruídos estão passando despercebidos.
Acho que foi um pedaço do meu coração que levaram uma parte, pois ele está doendo, doendo muito!
Arrancaram um pedaço de mim, da minha vida, dos meus dias felizes, do meu sorriso fácil, das minhas bobagens, das minhas idas ao Rio com o propósito de cultivar as amizades... Arrancaram um pedaço de mim, um pedaço que nunca será preenchido por nada e nem ninguém, mas sei que essa ferida vai cicatrizar, mas enquanto isso, continuarei na dúvida de onde foi esse pedaço que arrancaram de mim!
Perdi um amigo, um irmão, um confidente, um psicólogo, um advogado, um pai... perdi meu dengo, meu amor, minha alma gêmea... Perdi fisicamente, mas sentimentalmente ele vai permanecer enquanto eu for viva e lúcida, as lembranças, as bobagens, as nossas músicas, as muuuuitas músicas, as fotos, os lugares, os filmes, os muuuuitos filmes, os sms, as risadas, o carinho, o amor, tudo está aqui e aqui permanecerão comigo...
Eu amei e fui amada, por isso agora essa dor parece dilacerar a alma, mas eu sei que tudo valeu a pena e tudo tem o momento certo pra acontecer...

"Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar."



21 de setembro de 2013

Tatuagens - o que as pessoas talvez ainda não saibam

Quando decidi fazer minha primeira tatuagem, em 2007, pensei que soubesse do que se tratava uma tatuagem, mas só fui saber realmente o que é uma quando a fiz.
As pessoas sabem que tatuagens são feitas com agulhas, mas o que poucas sabem é que a tatuagem na verdade nada mais é que uma cicatriz colorida... Sim, uma cicatriz, já que pra fazê-la a pele sofre ferimentos e como qualquer ferimento, gera cicatriz e precisa de alguns cuidados durante o processo de cicatrização.
É necessário passar pomadas cicatrizantes 3x/dia, não pode molhar, nem no banho, enquanto não cair o cascão (sim, forma cascão, é um ferimento, lembra?!). Durante esse processo se convive com algumas dores e restrições de roupas e movimento, dependendo da área que você fez a tatuagem, além de não poder ingerir comida reimosa (muita gente não acredita, mas eu acredito e prefiro não arriscar), sem falar na coceira terrível que surge durante o processo de cicatrização... Ai ai, como isso coça!!! 
Depois de tudo isso, quem pensa que os cuidados terminaram se engana completamente. Uma coisa muito importante é fazer o uso de protetor solar e não somente pra ir pra praia e clubes, mas em todas as circunstâncias que sua tattoo ficar exposta aos raios solares, mas isso também vai depender da área da tatuagem, se for exposta é essencial pra conservar as cores (isso eu só aprendi por que não usava e a minha desbotou um pouco  e preferi refazê-la logo)...
Aí, você, que não tem tatuagem, lê isso e pensa "tanta coisa, será que vale a pena?" Simmmmm, vale muito a pena, respondo isso por mim, que sou apaixonada pelas minhas. A satisfação de ter essa arte no corpo faz você passar por isso muito bem e depois esquecer o "sofrimento" de todo o processo.
Ah, é necessário dizer que fazer tatuagem dói???? Acho que não, né?! Algumas áreas doem mais que outras, mas não existe xilocaína capaz de deixar o momento de tatuar indolor. Nada insuportável, mas preciso admitir que alguns momentos eu precisei prender um pouquinho da respiração pra poder aguentar! hehehehehe
Bom, não sou mestre no assunto, afinal de contas tenho apenas 2 tattoos, mas o pouco que sei, hoje em dia, é muuuuuito perto do que eu sabia antes de tê-las. 

10 de agosto de 2013

Procura-se um amigo (Vinícios de Moraes)

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. 
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. 
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. 
Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. 
Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. 
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. 
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. 
Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. 
Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. 
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. 
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. 
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. 
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. 
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.

P.S: Recebi esse texto de um amigo que disse que recebeu também de uma amiga e que achou tão eu que tinha que me amostrar. Realmente o texto é muito Kate Lins e somente um verdadeiro amigo conseguiria perceber isso.


7 de agosto de 2013

Biiiiiiiiiiiiiiaaaa.....




A dor ainda não passou completamente, mas depois de 2 anos a saudade é o principal sentimento.
Estou pensando muito nela desde ontem, quando vi um programa que falava sobre felinos... 
Ahhhh, quanta saudade de tirar a Bia da frente da geladeira, de espantá-la sempre que arranhava o sofá, de vê-la brincando com calangos capturados no quintal, de ter os sapatos novinhos estragados, de ser acordada todos os dias às 5h para abrir a porta para ela sair do quarto para comer, de limpar xixi feito em local indevido, de vê-la pirando com "quiboa", roubando peru quando estávamos distraídas, ser recepcionada com aquele olhar de preguiça, de ser acalentada pela sua presença quando o coração estava apertadinho, de tirá-la de cima da minha cama, de ver a paixão dela por caixas, de fazer carinho na barriga só por que ela não gostava, de dar bolas, fios e a fins para ela brincar, da paixão pelo "chulé" das visitas... 
Só quem tem um gatinho em casa sabe o quanto esses animais marcam nossas vidas com suas fofurices e denguices. A bia marcou a minha vida, muito e é por isso que ela faz tanta falta na casa das Castro Lins.

11 de julho de 2013

Bateu uma saudade


Aí vc se depara com uma postagem de um antigo sabonete e passa um filme na sua cabeça...
Sim, vivia um momento nostálgico agora olhando para esse kit de alfazema, pois lembro que sempre ganhava esses produtos nos meus aniversários e se não me engano, esse foi o último presente que minha bisavó me deu antes de ir morar com God. Foram apenas 9 anos, mas que ficaram marcados de uma forma muito boa... Aqueles dedos finos enxergavam a beleza da vida que os olhos já não permitiam e a voz que sempre me dizia "está tão bonita hoje!", aquele cheirinho de talco, como se todo tempo tivesse acabado de tomar banho, cabelos lisos, finos e brancos vão ficar pra sempre em minha memória! Ai que saudade que bateu da "Vó Zezé"!




25 de junho de 2013

Permita-se Parte III

Porque "permita-se"?
Na ocasião do Permita-se Parte I, uma música era muito cantada pelos integrantes e o  final dela dizia "vamos nos permitir", pronto, aí surgiu o "permita-se", pois o objetivo da viagem era se permitir ser feliz.
Os finais de semana dos "permita-se" ocorre sempre em São Luis, pois um amigo muito querido mora lá e gostamos de ir pra passarmos um final de semana de muita curtição e felicidade!
Essa vez eu fui sozinha e lá encontrei com meu coração (apelido dado ao meu amigo).
Esse final de semana foi muito sereno, sem internet e sem celular... Simmmmm, eu me permitir ficar "incomunicável" durante dois dias.
Deu para pensar na vida, tomar decisões, comer "quilos" de churrasco (hahahahaha, 1 ano sem churrasco, por favor) aproveitar a companhia do meu coração e se divertir bastante.

Indo para o passeio da Raposa 

Passeio da raposa

Passeio da Raposa



Meu coraçãooooo

Passeio da Raposa

Passeio da Raposa

Passeio da Raposa

Passeio da Raposa

Passeio da Raposa

Passeio da Raposa



Cineminha, só para não perder o costume

Pablo, meu bem

Momento "xoxota"

19 de junho de 2013

Fazer o que se acredita e acreditar no que se faz

Logo quando comecei a trabalhar na Brasilit, percebi que consumia uma quantidade muito grande de copos descartáveis, por conta disso resolvi levar um copo de casa para evitar o uso dos descartáveis.
As pessoas me olhavam e questionavam o motivo de eu usar o copo, eu explicava e a maioria ficava encarnando, mas eu nem ligava. Continuei usando o copo até o dia que ele quebrou.
Em uma dada ocasião, tive oportunidade de falar para todos os funcionários da fábrica sobre coleta seletiva e reciclagem de lixo, aproveitando sugeri que os mesmo fizessem o possível para utilizarem uma quantidade menor de copos ou então que fizessem igual a mim, que "adotassem" um copo. Percebi uma ligeira mudança, mas a maioria ainda continuava com os velhos hábitos e tudo que havia falado parecia ter entrado por um ouvido e saído pelo outro, como diz o ditado.
Semana passada, um de nossos funcionários PCD (pessoa com deficiência) estava utilizando dois copos durante a refeição e disse que não havia necessidade de ele utilizar dois copos, amostrei o que eu utilizo hoje em dia (uma caneca térmica) e tentei defender meu pensamento. Nos dias seguintes ele passou a utilizar apenas um copo, indo reabastecer quando seu suco acabava. Hoje quando cheguei no refeitório para almoçar, o vejo com uma caneca similar a minha, ele veio me amostrar todo feliz e eu fiquei igualmente feliz, pois vi que minhas palavras podem não ter sido ouvida pela maioria dos funcionários, mas meu exemplo convenceu alguns. 
Você acreditar em algo e defender seu pensamento, mesmo diante de "adversidades", sempre vale a pena.  

7 de junho de 2013

Feriadão em Fortaleza

O convite surgiu em uma quinta-feira turbulenta, exatos 6 dias antes da viagem. No dia seguinte já estava tudo resolvido... A mala só foi arrumada algumas horas antes da partida.
Adriana e Bruno foram meus incríveis companheiros de viagem, nos divertimos muito, dormimos mais do que o esperado, mas mesmo assim conseguimos aproveitar a viagem como queríamos.

Indo: altos papos

Em Tianguá, fazendo compras

No Hotel

Hotel

De saída para o show de humor

Café da manhã na beira da piscina... Que raiva, heim?!



Sol se despedindo de mais um dia lindo

Sol chegando para iluminar mais um dia

Ê praião





Pôr-do-sol

S2









29 de abril de 2013

Felicidade pode demorar - Luís Fernando Veríssimo

Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
... Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.

Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.

Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...

Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu (dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.

Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.

Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.

Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem...