30 de junho de 2011

Ao mestre com carinho (Breno Belém)

Pra quem, como eu, é aluno do Curso Livre de línguas da UFPA, sabe muito bem que no momento da matrícula não sabemos o professor que ministrará aula para a turma, escolhemos somente dia e horário. 
Meu primeiro semestre foi meio trágico em relação ao professor, pois não o achava legal, metodologia de humilhar aluno na sala de aula não é nem um pingo good.
No segundo semestre tive a sorte de ser aluna de uma professora muito bacana, que por mais que utilizasse de uma didática comum aos cursos de inglês, era super gentil e incentivava os alunos. Eu não tinha vergonha de erras, pois sabia que ela corrigiria sem humilhar ninguém.
Mas olha, meu terceiro semestre foi a sorte grande em termos de professor. Primeiro fiquei arrasada por não ser  aluna novamente da professora do segundo semestre, mas quando conheci o professor Breno vi que as aulas seriam algo muito interessante.
Ele deixou a turma muito livre pra escolher os métodos de avaliação, até livre demais ao meu ver, pois fazer prova em dupla pra mim era um absurdo, pois é, ERA... de não é mais!!!!
Sempre com aulas diferentes das ministradas pelos outros professores, o Breno nos incentivava a não somente aprender o que estava nos livros e sim vivenciar a língua. Sendo assistindo a filmes, ouvindo músicas, criando diálogos... Um professor simplesmente fenomenal que mudou totalmente minha forma de ver o idioma. 
Antes eu não sabia como estudar em casa, simplesmente pegava o livro e ficava lendo, hoje em dia estudo quando estou assistindo TV, acredite se quiser. 
Breno Belém é um professor que vou levar pro resto da vida, com toda certeza. Um professor super dedicado, preocupado em otimizar e dinamizar as aulas. Sentirei saudade não somente da forma com que ministrava suas aulas, mas também da sua alegria.  Último dia de aula deu um aperto no peito, uma vontade de chorar, sinal de que ele alcançou seu objetivo!
Sorte a minha ter cruzado com ele como meu teacher! 

P.S: Achava que prova em dupla era um absurdo já que um dos membros poderia simplesmente se "escorar" no conhecimento do colega, não estudar nada e ainda assim tirar uma nota boa. Mas conosco isso não ocorreu, pois o conhecimento era adquirido de uma forma imperceptível e prazerosa, nem nos dávamos conta de que em uma simples aula havíamos absorvido tantas coisas. Então na verdade a prova em dupla era uma troca de conhecimentos, uma junção de pensamentos com um único propósito, aprender cada vez mais inglês.

Thanks!!!!!

27 de junho de 2011

Mais um domingo double (Praça + Morma)

O primeiro domingo de arrastão foi também o primeiro domingo "double". Semana passada estava em São Luis e não participei da dobradinha, mas ontem mais uma vez rolou esse tipo de programa para mim.
Com Jam na Bel City, tínhamos que compartilhar um domingo de muitas coisas boas e foi justamente isso que rolou. 
Primeiro fomos pra praça e depois de terminar o Pavulagem partimos rumo ao Mormaço e mais uma vez, milagrosamente, pegamos o ônibus errado... affão pra nossa burrice!!!
Conseguimos (eu, Deyvis, Adryan, David, Carol e Alê) enfim chegar lá e entrar sem pagar (isso é algo BIG importante) e encontramos com Jam, Ede, Camila, Lorena, Sol e Thiago. Aí já viu né?! Muita festa e sorrisos espalhados no ar. Um pôr-do-sol fenomenal veio pra anunciar a noite fantástica que nos esperava. Ao som da Banda Acordalice piramos com hits dos anos 80. 
Depois de pular, suar, se esgoelar, fui convidada a lanchar no Batistão e lá fui eu com Jam, Ede, Camila e Carol... Lanche bom, suco delicioso, mas o melhor mesmo foi ter a oportunidade de estreitar laços de amizade. #prontofaleisério
Obrigada povo que fez parte de mais um domingo de  alegria.
P.S: Obrigada especial ao Jam né?! Afinal de contas não é todos os dias que podemos contar com sua ilustre presença. Seu lindo!

"Explicação... sem explicação"

Chuchuuuuuu


Ede, Jam, Camila e Lorena!

24 de junho de 2011

Situação vexatória na hora da dor

Mal eu cheguei de viagem e logo adoeci, na mesma tarde fui parar na emergência da Unimed da Doca à procura de auxílio, pois estava realmente mal.
Fui atendida por um clínico e enquanto aguardava ser chamada pra receber a medicação, um senhor já com uma idade digamos avançada, cerca de 70 anos, sentou ao meu lado e ali ficou. 
Espera vai, espera vem, vi um movimento estranho do dito senhor e não acreditei naquilo... Simplesmente ele deu uma viradinha pro lado (empinando o bumbum em minha direção) e soltou um pum, simmmm, ele soltou um pum!!!! 
Eu estava com tanta dor e fiquei tão perplexa com o acontecido que não tive reação e nem quis ter pra dizer a verdade. Na situação em que eu me encontrava era melhor deixar daquele jeito. Passei um constrangimento horrível, mas pelo visto somente eu, por que ele continuou com a mesma cara.
A gente vive e não crer nas coisas que nos acontecem no dia-a-dia. 
Minha mãe sempre diz que educação é a base de tudo e eu concordo plenamente com ela.
Senti tanta vergonha que só hoje, 4 dias após o ocorrido, tive coragem de dividir essa história com alguém.
E o velho peidão? Espero nunca mais esbarrar com ele pelas entrelinhas da vida!

P.S: minha mãe ainda acrescentou: "Porra Kate, tu chega e adoece, vai pra Unimed, um velho peida do teu lado e quando tás saindo cai aquele "toró"!!! Que sorte heim?!" Minha mãe é demais mesmo. Rs 

Acordando para a realidade

Então, parece que o conto de fadas que eu estava vivendo virou poeira e o vento levou rapidinho.
Hoje acordei super cedo e o primeiro pensamento foi "O que estás fazendo da tua vida Kate?!" e de repente a resposta pra essa pergunta não foi legal. Fiquei bem triste ao perceber o quanto estava errando e graças a God consegui perceber isso, acho que ainda dá tempo de mudar alguma coisa.
Irei tentar...

22 de junho de 2011

Pirulito de tabuleiro

Este tipo de pirulito era apenas uma das guloseimas que a Turma da Jabota* comia nas praias durante os finais de semana ou então nas férias de julho.
Sempre lembro com muito carinho dessa época maravilhosa e de suas particularidades, como esse pirulito por exemplo. 
A muitos anos não via um desses, achava que eles nem existiam mais, até que ao chegar à Praia do Meio em São Luis, a primeira coisa que avistei foi um menino vendendo a guloseima. De primeira nem tive oportunidade de comprar, mas algum tempo depois passou outro garoto vendendo e aí já viu né?! Eu TIVE que comprar pra poder sentir aquele gosto, não de puro açúcar, mas gosto de infância, misturado com saudade, felicidade, risos e ausência de responsabilidade. A única diferença é que antigamente o papel do pirulito ficava todo grudado nele, nos obrigando assim a saborear o pirulito com o papel e a medida que ele ia desgrudando tínhamos que ir cuspindo-o. Pode ser nojento, mas é a mais pura verdade. E no que comi a alguns dias atrás, o papel desgrudou totalmente, sem deixar rastro algum. Rsrsrsrsrs

Pra quem não lembra, eis o pirulito de tabuleiro! 

Eu imaginei que essa viagem à São Luis fosse me proporcionar muitas alegrias, mas sinceramente minhas expectativas foram superadas.
Deus é mais!

*Expressão utilizada na Família Castro para descrever o grupo de crianças constituído por: Alan, Bruno, Camila, Cláudia, Fernando, João Carlos, Karen, Karina, Kate, Marcela, Michelle e Sharles. (Todos os netos da D. Marina) 

21 de junho de 2011

Por onde andei... São Luis

Chegamos (eu e Ede) em São Luis aproximadamente 8:20h de sábado, 18 de junho. 
A ordem era aproveitar cada segundinho dessa viagem, pois a estadia no local seria muito curta, apenas 2 dias.
Fomos deixar nossas coisas no apto do Jam, que diga-se  de passagem é um apto bem confortável e bonitinho, trocamos de roupa e partimos rumo ao centro histórico.
Depois de bater algumas fotinhas e comprar algumas lembrancinhas decidimos ir à praia ficar pegando um vento e apreciando a paisagem no final da tarde. Tivemos o imenso prazer de assistir a um pôr-do-sol incrível, um espetáculo da natureza, que durou tempo suficiente para nos vislumbrar com tal encanto e registrar algumas imagens legais. Depois fomos ao Bar Oásis, onde toca música ao vivo e de excelente qualidade.

No centro histórico









De noite fomos conhecer a festa junina da capital maranhense e depois voltamos ao centro histórico, onde estava rolando muita festa. Barzinhos e apresentações tinham de lote por aquelas bandas. Noite divertidíssima.



No domingo havíamos combinado de ir a uma praia um pouco mais distantes do apto do Jam. Fomos bater na Praia do Meio. Praia que lembra muito Salinas, pela extensão da areia e pelo costume de  deixar os carros estacionados por ali mesmo. A praia era muito bonita, mas infelizmente o sol não quis aparecer.

Sim, eu experimentei o Guaraná Jesus!

Voltamos à praia mais próxima, almoçamos por lá umas 16h e em seguida  fomos ao Oásis novamente, mas estava chovendo e isso atrapalhou bastante, mas tudo bem, conseguimos aproveitar da mesma forma.
De noite todos estavam mega cansados, mas mesmo assim decidimos sair pra comer algo beira mar  e dar uma última volta pela orla. Final de noite excelente e com muito sorriso espalhado no ar.

Tive o imenso prazer de conhecer esses dois lindos, Sol e Thiago! Pessoas incríveis! 

Mesmo faltando apenas 10 minutos pro avião decolar eu não resisti e tive que tirar um retrato.
P.S: Fomos os últimos a embarcar! rs

Frase da viagem: "O que aconteceu em São Luis, morreu em São Luis!"
Verbo da viagem: PERMITIR!!!!

Obrigada aos que fizeram parte desse final de semana glorioso: Jam, Ede, Sol e Thiago.

18 de junho de 2011